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PALAVRAS DO PAPA BENTO XVI PARA A JUVENTUDE!

PALAVRAS DO PAPA BENTO XVI PARA A JUVENTUDE

Deus, Fonte do Amor - O primeiro momento refere-se à fonte do amor verdadeiro, que é única: é Deus. São João ressalta bem este aspecto ao afirmar que “Deus é amor” (1 Jo 4, 8.16); agora ele não quer dizer apenas que Deus nos ama, mas que o próprio ser de Deus é amor. Estamos aqui diante da revelação mais luminosa da fonte do amor que é o mistério trinitário: em Deus, uno e trino, há um intercâmbio eterno de amor entre as pessoas do Pai e do Filho, e este amor não é uma energia ou um sentimento, mas uma pessoa, é o Espírito Santo.

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segunda-feira, 20 de junho de 2011

MILAGRE EUCARÍSTICO DE AMSTERDÃ


Um milagre acontecido na pacata Amsterdã do século XIV é ainda hoje fonte de devoção eucarística para os milhares decatólicos que participam da "Procissão do Silêncio".
Aldo Leone
Corria o inverno do ano de 1345. Amsterdã, capital dos Países Baixos, era na época uma pequena cidade de pescadores à margem do rio Amstel. Na fria noite de 15 de março, poucos dias antes do Domingo de Ramos, o pároco foi chamado a atender um enfermo residente na atual Rua Kalver. Acorrendo sem demora, o sacerdote ministrou-lhe a Unção dos Enfermos e a Sagrada Comunhão. Alguns momentos após sua saída, a violência da enfermidade obrigou o homem a vomitar numa vasilha, na qual ficou depositada inclusive a Hóstia consagrada. Sem fazer qualquer verificação, sua esposa ou uma enfermeira - não se sabe ao certo - atirou o conteúdo da vasilha ao fogo que crepitava na lareira.
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Antiga gravura mostrando a Hóstia 
milagrosamente preservada 
em meio às chamas
Antes do amanhecer, retornando ao quarto do doente, ela pousou casualmente o olhar sobre as chamas e, com enorme surpresa, viu flutuar sobre elas o Pão Eucarístico, em perfeitas condições, como se acabassede ser consagrado pelo sacerdote. Estendeu a mão e, sem queimar-se, tirou do fogo a Sagrada Forma, colocou-a numa caixa e logo em seguida foi comunicar o fato ao pároco. Este apressou-se em voltar ao local, recolheu a Hóstia milagrosa e levou-a para a igreja.
No dia seguinte, porém, a mulher abriu por acaso a caixa onde na véspera havia depositado a Sagrada Hóstia e - oh surpresa! - encontrou-a lá novamente! No mesmo instante, chamou o padre e este a transladou de volta para a igreja. O mesmo milagre se repetiu ainda mais uma vez.
Deus queria tornar público o milagroso fato
Vendo nessa insistência um sinal de que Deus queria tornar público o acontecido, o sacerdote organizou uma solene procissão para reconduzir à matriz o Santíssimo Sacramento. No ano seguinte o Bispo de Utrecht, Dom Jan van Arkel, declarava a autenticidade do milagre, e dois anos mais tarde já se erguia uma igreja no lugar onde ele ocorrera.
A partir de então, realizava-se todos os anos, em meados de março, uma esplendorosa procissão para comemorar o acontecimento. Dela participaram personagens ilustres, como o Arquiduque Maximiliano d'Áustria, que mais tarde seria o Imperador Maximiliano I. Essa manifestação popular de louvor ao Santíssimo Sacramento foi proibida em 1578, quando a administração da cidade caiu em poder de burgomestres calvinistas. Estes confiscaram a capela erguida no local do milagre, a qual acabou sendo demolida em 1908, apesar dos protestos dos católicos, que se ofereceram para comprá-la.
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Capela das Beguinas, em Amsterdã, onde se mantém
a Adoração Eucarística diária, em recordação do
milagre ocorrido em 1345
Durante o período de proibição do culto público, as celebrações da Santa Missa e outros atos católicos de devoção realizavam-se em casas particulares ou edifícios sem aparência externa de templo religioso - as igrejas escondidas, como passaram -a ser chamadas no século XIX.
As Beguinas
Bem próximo do local do milagre situava-se a capela da Beguinaria. Beguinas eram mulheres que - sem fazer os clássicos votos da vida religiosa - viviam em comunidade, dedicadas à oração e assistência aos doentes, pobres, órfãos e toda espécie de necessitados. A regra lhes impunha apenas a obediência ao pároco e o celibato enquanto permanecessem na comunidade.
As Beguinas também tiveram a sua capela confiscada. Por volta de 1665 elas pediram autorização à municipalidade para construir uma nova. A permissão lhes foi concedida com a condição de que o edifício tivesse as características de uma igreja escondida. É nessa capela, consagrada a São João Batista e a Santa Úrsula, que desde então se mantém a Adoração Eucarística diária, em recordação do milagre ocorrido em 1345.1
A Procissão do Silêncio
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Cerca de 10 mil fiéis participam anualmente da
Procissão do Silêncio em recordação do 
milagre eucarístico. Ao lado, cartaz
convidando os fiéis a participarem
do evento
Segundo relata o atual reitor da capela, padre Eugène van Heyst, SSS, um homem chamado Joseph Lousbergh descobriu em 1881 um documento datado de 1651 que descrevia detalhadamente as procissões medievais realizadas em comemoração desse milagre. Decidiu então, acompanhado por um amigo, percorrer o mesmo trajeto da antiga procissão, como um ato de adoração a Jesus Sacramentado. Assim fizeram, mas em silêncio e sem qualquer manifestação externa de devoção, por causa das restrições ao culto católico, impostas pelas autoridades calvinistas.
Sua ideia foi acolhida com entusiasmo pelos católicos holandeses, e a cada ano aumentava o número dos fiéis que a ela aderiam. Formou-se assim a Confraria da Procissão do Silêncio. Todos os anos, desde então, no primeiro domingo depois de 12 de março, realiza-se a silenciosa procissão no período entre meia-noite e quatro horas da manhã, horário no qual se presume ter ocorrido o milagre. Em nossos dias, por volta de 10 mil fiéis participam dela. E muitos veem nesse ato
de piedade a continuação do Milagre Eucarístico de Amsterdã.
Pesquisa no Site: 

terça-feira, 5 de abril de 2011

SACRAMENTO DA PENITÊNCIA - Assunto do dia 09 de abril de 2011


Uma criança Ortodoxa recebe comunhão desde a infância. Assim que ela tem idade para saber a diferença entre certo e errado e a compreender o que é pecado, provavelmente com a idade de seis ou sete anos, ele deve ser levado para receber outro sacramento: Arrependimento e Penitência, ou Confissão (em Grego, Metanoia ou exomologisis). Através desse sacramento, pecados cometidos depois do Batismo são perdoados e o pecador é reconciliado com a Igreja: Por essa razão esse sacramento é freqüentemente chamado de "Segundo Batismo." Ao mesmo tempo o sacramento age como cura para a alma, porque o padre não dá só absolvição mas também conselho espiritual. Desde que todo pecado é pecado não só contra Deus mas também contra nosso vizinho, contra a comunidade, a confissão e a disciplina penitencial na Igreja dos primeiros tempos, era um assunto público. Mas com o passar dos séculos tanto no oriente quanto no ocidente a confissão no Cristianismo tomou a forma de uma conferência "privada" entre o padre e o penitente sozinho. O padre é estritamente proibido de revelar para qualquer terceira pessoa o que ele ouviu em confissão.

Na Ortodoxia a confissão é ouvida, não em um confessionário fechado com uma tela separando confessor e penitente, mas em qualquer parte conveniente da Igreja, usualmente no espaço imediatamente defronte à Iconostase; as vezes o padre e o penitente ficam por detrás de um anteparo, ou pode existir uma sala especial na Igreja se parada para confissões. Enquanto no ocidente o padre senta e o penitente se ajoelha, na Igreja Ortodoxa ambos ficam em pé (ou às vezes os dois sentam). O penitente fica de frente para uma mesa especial onde são colocados, a Cruz e um ícone do Salvador ou o Livro do Evangelho; o Padre fica ligeiramente de lado. Esse arranjo exterior enfatiza mais claramente que o sistema ocidental, que na confissão não é o padre mas Deus que é o Juiz, enquanto o padre é só uma testemunha e ministro de Deus. Esse ponto é reforçado pelas palavras que o padre diz imediatamente antes da confissão propriamente:
"Veja, meu filho, Cristo está aqui invisivelmente e recebe tua confissão. Por isso não fique envergonhado nem temeroso; não esconda nada de mim, mas diga-me sem hesitação tudo que tiver feito; e assim tu terás perdão de Nosso Senhor Jesus Cristo. Vê, este santo ícone de Jesus Cristo está diante de nós: E eu sou só uma testemunha, levando em testemunho para Ele, todas as coisas que tu tiveres para me dizer. Mas se tu esconderes qualquer coisa de mim, tu terás pecado maior Tome cuidado, portanto, do contrário será como se tivesse ido a um médico e saísse não curado!" (essa exortação é encontrada nos livros eslavônicos mas não nos Livros Gregos).
Depois disso o padre questiona o penitente sobre seus pecados e dá-lhe conselhos. Quando o penitente tiver confessado tudo, ele ajoelha ou abaixa a sua cabeça, e o padre, colocando sua estola (epitrachilion) sobre a cabeça do penitente e pondo a sua mão sobre a estola, diz a oração de absolvição. Nos Livros Gregos a fórmula de absolvição é suplicatória (i.e. na terceira peço, "Que Deus perdoe..."), nos Livros Eslavônicos é indicativa (i.e. na primeira pessoa, "Eu, perdôo...").
A fórmula Grega diz:
"O que você tenha dito para minha humilde pessoa, e o que você tenha falhado em dizer, seja por ignorância ou esquecimento, o que quer que seja, que Deus te perdoe neste mundo e no próximo... Não tenha mais ansiedade; vá em paz!
Em eslavônico existe esta fórmula:
"Que Nosso Senhor e Deus, Jesus Cristo, pela graça e generosidade de Seu amor pelo homem, Te perdoe, meu filho (nome), todas as tuas transgressões. E eu, um indigno padre, pelos poderes que por Ele me foram dados, te perdôo e te absolvo de todos os teus pecados."
Essa fórmula usando a primeira pessoa, EU, foi originalmente introduzida nos Livros Ortodoxos sob influência Latina por Pedro Moghila na Ucrânia, e foi adotada na Igreja Russa no século dezoito. O padre pode, se ele acha aconselhável, impor uma penitência (epitimion), mas isso não é uma parte essencial, ou sacramento, e é freqüentemente omitida. Muitos Ortodoxos tem um "Pai Espiritual" especial, não necessariamente seu padre paroquial, a quem eles procuram regularmente para confissão e aconselhamento espiritual (na Ortodoxia não é inteiramente desconhecido um leigo agir como pai espiritual; mas nesse caso, enquanto ele ouve a confissão, dá conselhos, e assegura ao penitente o perdão de Deus, ele não pronuncia a oração de absolvição sacramental, mas manda o penitente para um padre). Não há na Ortodoxia uma regra estrita que estabeleça com que freqüência se deve confessar; os Russos tendem a confessar mais freqüentemente que os Gregos. Aonde a comunhão não freqüente prevalece — por exemplo quatro ou cinco vezes por ano — espera-se que os fiéis confessem antes de cada comunhão; mas em círculos onde a comunhão freqüente foi estabelecida, o padre não necessariamente espera que seja feita confissão antes de cada comunhão.

quarta-feira, 23 de março de 2011

O SACRAMENTO DA UNÇÃO DOS ENFERMOS - Assunto do dia 02 de abril!


A Unção dos Enfermos é a cura. A doença nos mostra que somos limitados. A doença é também sinal de nossa falta de fraternidade, de nosso pecado. Deus cura a doença e a raiz da doença. Deus está presente em nosso esforço de arrancar o mal pela raiz. É o que celebramos na Unção dos Enfermos
A sagrada Unção dos Enfermos e pela oração dos presbítero, a Igreja toda entrega os doentes aos cuidados do Senhor sofredor e glorificado, para que os alivie e salve. Exorta os mesmos a que livremente se associem à paixão e à morte de Cristo e contribuam para o bem do povo de Deus.
Não podemos rotular o Sacramento da Unção dos Enfermos como sinal de morte próxima, mas sim um Sacramento que podemos receber mais de uma vez quando passamos por doenças graves que necessitam de cuidados. Costuma-se na celebração o padre dar ao doente o Sacramento da Confissão, com o propósito do doente também arrepender-se de seus pecados.
Antigamente, o Sacramento da Unção dos Enfermos era chamado Sacramento da extrema-unção dos Enfermos, foi trocado o nome pois muitos vinham a caracterizá-lo como o "sacramento da morte", não sendo bem assim. Inúmeros são aqueles que já receberam o Sacramento da Unção dos Enfermos mais de duas vezes e estão vivos até hoje.
Um importante requisito para a realização do Sacramento é a vontade do doente querer recebê-lo, ou seja, não adianta a família querer impor algo que o próprio doente não deseja (isso não vale só para esse Sacramento, mas sim para todos os outros). A família pode aconselhá-lo, chamar o padre à casa do doente, mas não impor o Sacramento sem a vontade e a consciência do doente. Se o doente querer e tiver a consciência da importância do Sacramento, aí sim, o Sacramento terá muitos frutos e graças.
A Unção dos Enfermos é a cura. A doença nos mostra que somos limitados. A doença é também sinal de nossa falta de fraternidade, de nosso pecado. Deus cura a doença e a raiz da doença. Deus está presente em nosso esforço de arrancar o mal pela raiz. É o que celebramos na Unção dos Enfermos. A Unção dos Enfermos é o sacramento da salvação total, do corpo e do espírito ao mesmo tempo. É o sacramento da esperança, porque ajuda o doente a entregar-se confiante nas mãos de DEUS.
Jesus sempre teve um grande carinho pelos doentes. Quando os judeus os desprezavam, porque consideravam a doença um castigo de DEUS, Ele acolhia com amor e os curava.
"E passando Jesus, viu um cego de nascença. Os seus discípulos perguntaram-lhe: Mestre, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego? Jesus respondeu: nem ele nem seus pais, mas foi para se manifestarem nele as obras de DEUS." (cf. Jo 9, 1-3). Jesus quis que aqueles que o acompanhavam continuassem sua missão, por isso deu a seus discípulos o dom da cura. "Então os discípulos partiram e pregaram para que as pessoas se convertessem. Expulsavam muitos demônios e curavam muitos doentes, ungido-os com óleo" (cf. Mc 6, 12s).

segunda-feira, 21 de março de 2011

O SACRAMENTO DA ORDEM - Assunto do dia 26 de março!





A Ordem é a dedicação. Todo dia precisamos de ajuda de outras pessoas para viver com a gente, orientar, mostrar o caminho. Essas pessoas nos ajudam a alimentar a fé, acreditar na esperança, esperar na fraternidade. Tem gente que se dedica a esse serviço. Vive para isso. O Padre é um exemplo. Dedicação por excelência, só a de Deus. Deus se dedica tanto que chegou a confiar seu próprio filho a nós, a aceitar que ele morresse por nós. Tem gente que consagra a vida para mostrar aos irmãos esse grande amor de Deus. No sacramento da Ordem, quando o bispo impõe as mãos sobre um rapaz dedicado ao serviço dos irmãos, enxergamos a grande dedicação de Deus a nós.
A Ordem é o sacramento graças ao qual a missão confiada por Cristo a seus Apóstolos continua sendo exercida na Igreja até o fim dos tempos; é, portanto, o sacramento do ministério apostólico. Comporta três graus: o episcopado, o presbiterado e o diaconato. Todos nós somos chamados a uma vocação, ou seja, Deus nos chama a servir a Ele através de algo: a Vida Leiga, a Vida Religiosa, a Vida Consagrada, a Vida Sacerdotal.
A Ordem é o Sacramento onde Deus nos chama a sermos verdadeiros apóstolos. Na Bíblia podemos ver os inúmeros chamados de Jesus: "Partindo dali, Jesus viu um homem chamado Mateus, que estava sentado no posto do pagamento das taxas, Disse-lhes: 'Segue-me'. O homem levantou-se e o seguiu" (Mt 9, 9). Através da leitura acima, podemos perceber que Jesus com uma só palavra consegue levar Mateus, um homem pagão e rico, ao sacerdócio (sacer = sagrado; dócio = Dom). A missão do sacerdote é ser uma "seta sinalizadora", ou seja, o sacerdote deve indicar ao povo o caminho à Cristo.
Todos os apóstolos que vemos nas Escrituras, são os mesmos diáconos, padres, vigários, bispos e papa que existe nos dias de hoje. João Paulo II é o sucessor de São Pedro (o primeiro papa), os sacerdote são verdadeiramente apóstolos que batizam, confessam, crismam, celebram a Santa Missa em nome de JESUS. Não devemos temer o chamado, pois Jesus não escolhe pobre ou rico, mas sim aquele que Ele deseja. Jesus chamou Pedro (apóstolo sem cultura e incrédulo), Paulo (perseguidor dos cristãos), Mateus (apóstolo pagão e rico), Judas Iscariotes (apóstolo traidor).
Nós como cristãos, devemos rezar muito pelas vocações sacerdotais, pedindo a cada dia que Jesus chame mais jovens a viver essa vida de entrega ao Senhor. Pois como sabemos: "A messe é grande, mas os operários são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da messe que envie operários para vossa messe" (Mt 9, 37s).

quarta-feira, 16 de março de 2011

O SACRAMENTO DO MATRIMÔNIO - 19 de março de 2011



O Matrimônio é o amor. Ninguém consegue viver sem a presença e a amizade de outras pessoas. Ninguém está sozinho. No casamento, essa amizade é repartida entre o marido e a mulher: é repartida entre o casal e os filhos, e com a comunidade onde vivem. O mais difícil do amor é permanecer firme nele. Só Deus mesmo é capaz de ser, sem defeito, fiel e amoroso. Quando o casal é fiel no amor, é um grande sinal de Deus. Deus está presente no amor do casal. Quem acredita nisso pode casar na Igreja.

"A aliança matrimonial, pela qual o homem e a mulher constituem entre si uma comunhão da vida toda, é ordenada por sua índole natural ao bem dos cônjuges e à geração e educação da prole, e foi elevada, entre os batizados, à dignidade de sacramento por Cristo Senhor."
Deus nos fez para a felicidade, não nascemos para viver sozinho, mas sim com uma companhia. O Pai quando criou o homem, deu à ele uma companhia: Eva. Deus também acrescentou: "Por isso o homem deixa o seu pai e sua mãe para se unir à sua mulher; e já não são mais que uma só carne" (Gn 2, 24).
Esse ato de se juntar com o sexo oposto para juntos viverem em uma só carne é o próprio Sacramento do Matrimônio. Este é um Sacramento de Serviço (junto com a Ordem), através dele nos unimos ao sexo oposto para juntos construirmos uma família. O Matrimônio é uma doação total ao outro e à Deus, somos chamados a construir uma família cristã, com pensamentos retos e morais.
Hoje, o Maligno vem se apoderando deste Sacramento como se fosse algo qualquer, ele usa do casal como forma de destruir, eliminar, desconcertar o convívio familiar. São muitos os casamentos feitos na Igreja Católica que possui objetivos contrários a conduta cristã, ou seja, muitos são os casais que vão para o altar com desejos carnais e com o seguinte pensamento: "Se não der certo, nos separamos".
Muitos falam como é difícil aceitar o Sacramento da Ordem, ou seja, pensam que ser sacerdote é uma grande dificuldade nos dias de hoje. Só que tanto a Ordem como o Matrimônio são Sacramentos de Serviço, que necessitam da doação total dos que receberam o Sacramento. A missão do sacerdote é direcionar o povo ao caminho de Deus. A missão do casal é direcionar a família ao caminho da Santidade e do Amor Fraterno. Não podemos deixar de lembrar que é através do Sacramento do Matrimônio que nasce as vocações sacerdotais, vindas da educação que os familiares deram ao vocacionado. Podemos chegar então à conclusão que o Sacramento do Matrimônio é uma vocação, devemos estar preparados para direcionar e educar filhos e Filhos de Deus no caminho da Santidade.
A grande prova da falta de preparo de muitos casais nos dias de hoje, são os inúmeros casamentos que não dão certo. O divórcio é força do maligno, foi criado para separar a união que Deus criou entre dois de seus Filhos.
Podemos então chegar a conclusão que o Sacramento do Matrimônio é uma das grandes obras divinas, que foi criado para o Amor Familiar. A Família é o grande investimento que Deus criou, é através dela que se educa cidadãos retos procurando a imitação de Cristo Jesus.



terça-feira, 15 de março de 2011

OS SETE SACRAMENTOS DA IGREJA - Assunto do dia 19 de março de 2011

Olá Pessoal: Vamos dar início aos nossos estudos sobre os sacramentos; não iremos dizer finais, pois é um assunto que nunca se finaliza na vida do Cristão, a cada dia nós aprendemos ainda mais sobre eles. Então saibam que:


-
"Os sacramentos são sinais eficazes da graça, instituídos por Cristo e confiados à Igreja, por meio dos quais nos é dispensada a vida divina. Os ritos visíveis sob os quais os sacramentos são celebrados significam e realizam as graças próprias de cada sacramento. Produzem fruto naquele que os recebem com as disposições exigidas.
A Igreja celebra os sacramentos como comunidade sacerdotal estruturada pelo sacerdócio batismal e pelos ministros ordenados.
O Espírito Santo prepara para a recepção dos sacramentos por meio da Palavra de Deus e da fé que acolhe a Palavra nos corações bem dispostos. Então, os sacramentos fortalecem e exprimem a fé.
O fruto da vida sacramental é ao mesmo tempo pessoal e eclesial. Por um lado, este fruto é para cada fiel uma vida para Deus em Cristo Jesus; por outro, é a para a Igreja crescimento na caridade e em sua missão de testemunho."
Sacramento são gestos de Deus em nossa vida. Realizam aquilo que expressam simbolicamente. Os sacramentos são, por conseguinte:
  • Sinais sagrados, porque exprimem uma realidade sagrada, espiritual;
  • Sinais eficazes, porque, além de simbolizarem um certo efeito, produzem-no realmente;
  • Sinais da graça, porque transmitem dons diversos da graça divina;
  • Sinais da fé, não somente porque supõem a fé em quem os recebe, mas porque nutrem, robustecem e exprimem a sua fé;
  • Sinais da Igreja, porque foram confiados à Igreja, são celebrados na Igreja e em nome da Igreja, exprimem a vida da igreja, edificam a Igreja, tornam-se uma profissão de fé na Igreja.
Sacramento
Situação da vida
Tipo
O que acontece
Nascemos para fé
Iniciação Cristã
Começamos a fazer parte da grande família que é a Igreja
Crescemos como Cristãos
Iniciação Cristã
Assumimos com mais maturidade o compromisso na Igreja
Precisamos de alimentos para fé e a vida em comunidade
Iniciação Cristã
Recebemos o corpo de Cristo unidos a todos os irmãos
Erramos e nos arrependemos
Cura
Recebemos o perdão de Deus na comunidade
Somos atingidos pela doença
Cura
A graça de Deus e o caminho da Igreja ajudam o doente que sofre
Alguém sente vocação de serviço total a Deus e ao irmão
Serviço
O Cristão se torna sacerdote a serviço da comunidade
Homem e mulher se amam e querem se casar
Serviço
Os dois se comprometem a viver seu amor como cristãos de verdade
OS SACRAMENTOS DA INICIAÇÃO CRISTÃ
Pelos sacramentos da iniciação cristã - Batismo, Confirmação e Eucaristia - são lançados os fundamentos de toda vida cristã. A participação na natureza divina, que os homens recebem como dom mediante a graça de Cristo, apresenta certa analogia com a origem, o desenvolvimento e a sustentação da vida natural. O fiéis, de fato, renascidos no Batismo, são fortalecidos pelo sacramento da Confirmação e, depois, nutridos com o alimento da vida eterna na Eucaristia. Assim, por efeito destes sacramentos da iniciação cristã, estão em condições de saborear cada vez mais os tesouros da vida divina e de progredir até alcançar a perfeição da caridade.
OS SACRAMENTOS DA CURA
Pelos sacramentos da iniciação cristã, o homem recebe a vida nova de Cristo. Ora, esta vida nós a trazemos "em vasos de argila" (2Cor 4, 7). Agora, ela ainda se encontra "escondida com Cristo em Deus" (Cl 3, 3). Estamos ainda em "nossa morada terrestre" (cf. 2Cor 5, 1), sujeitos ao sofrimento, à doença e à morte. Esta nova vida de filhos de Deus pode se tornar debilitada e até perdida pelo pecado.
O Senhor Jesus Cristo, médico de nossas almas e de nossos corpos, que remiu os pecados do paralítico e restitui-lhe a saúde do corpo (cf. Mc 2, 1-12), quis que sua Igreja continuasse, na força do Espírito Santo, sua obra de cura e de salvação, também junto de seus próprios membros. É esta a finalidade dos dois sacramentos de cura: o Sacramento da Penitência e o Sacramento da Unção dos Enfermos.
OS SACRAMENTOS DO SERVIÇO DA COMUNHÃO
O Batismo, a Confirmação e a Eucaristia são os sacramentos da iniciação cristã. São a base da vocação comum de todos os discípulos de Cristo, vocação à santidade e à missão de evangelizar o mundo. Conferem as graças necessárias à vida segundo o Espírito nesta vida de peregrinos a caminho da Pátria.
Dois outros, o Sacramento da Ordem e o Sacramento do Matrimônio, estão ordenados à salvação de outrem. Se contribuem também para a salvação pessoal, isso acontece por meio do serviço aos outros. Conferem uma missão particular na Igreja e servem para a edificação do Povo de Deus.
Nesses sacramentos, os que já foram consagrados pelo Batismo e pala Confirmação para o sacerdócio comum de todos os fiéis podem receber consagraçõesespecíficas. Os que recebem o sacramento da Ordem são consagrados para ser, em nome de Cristo, pela palavra e pela graça de Deus, os pastores da Igreja. Por sua vez, os esposos cristãos, para cumprir dignamente os deveres de seu estado, são fortalecidos e como que consagrados por um sacramento especial.

domingo, 13 de junho de 2010

SACRAMENTO DA CRISMA ou CONFIRMAÇÃO - Vamos Começar a Nossa Conversa Sobre o Crisma!



01. A Crisma é, por excelência, o Sacramento do Espírito Santo que confirma no fiel a força do Sacramento do Batismo, reforçando nele a sua condição de testemunha fiel e defensor de Jesus Cristo.
02. É no dia do Batismo que o cristão se torna "morada do Pai e do Filho" (Jo 14,23) e "templo do Espírito Santo" (1 Cor 3,16). No dia do Sacramento da Crisma, recomprometendo-se com a sua vocação para a santidade e a evangelização, o adolescente ou adulto crismado recebe uma nova infusão do Espírito Santo com todos os seus dons. Adulto na fé, quem for crismado deverá colocar à disposição da Igreja os próprios dons, talentos e carismas, evangelizando pelo exemplo de sua vida, por sua palavra e ação. Pela graça do Batismo e da Crisma, todos se tornam corresponsáveis pela evangelização através do próprio testemunho de vida e palavra.
03. No fim de sua vida pública, foi grande a preocupação de Cristo quanto à vinda do Espírito Santo sobre os Apóstolos e à ação da terceira pessoa da Santíssima Trindade na Igreja. Cristo prometeu que O enviaria como princípio de unidade e revelador de toda a verdade.
04. No dia de sua Ascensão ao céu, Cristo ordenou aos seus Apóstolos que retornassem ao Cenáculo de Jerusalém para o Pentecostes, onde receberiam a vinda do Espírito Santo (cf. At 1,4-8). Somente depois é que deveriam sair pelo mundo, testemunhando a fé e proclamando o Evangelho. O Espírito Santo é o primeiro e principal protagonista da evangelização.


05. Para a recepção do Sacramento da Crisma é necessário que o candidato tenha completado catorze anos até o dia da celebração.
06. Convém que pessoas com mais de dezoito anos tenham uma preparação em grupo à parte e, neste caso, a duração da Catequese deverá ser de pelo menos quatro meses seguidos.
07. O candidato ao Sacramento da Crisma deverá inscrever-se na Catequese de Preparação na própria paróquia, ou em uma comunidade de sua opção pessoal.
08. A Preparação para o Sacramento da Crisma deverá prolongar-se no mínimo por oito meses.
09. Toda paróquia deverá contar com uma equipe de catequistas para a Crisma. Tenha esta equipe tantos catequistas quantos forem necessários - o ideal é um para cada grupo de quinze crismandos -, tendo à sua frente um(a) Coordenador (a) sob a responsabilidade do Pároco.
10. Providenciem a Diocese e a paróquia a formação dos(as) Catequistas, para que sejam pessoas de intensa vida cristã, de conduta exemplar e que tenham conhecimentos tanto de problemas religiosos quanto de psicologia juvenil, relativos à afetividade, sexualidade e problemática própria dos adolescentes e sejam capazes de formar os adolescentes e jovens para viverem com seriedade os princípios morais cristãos
11. A Catequese Crismal deverá ter fundamentos bíblico e doutrinal, aprofundar as principais verdades da fé transmitidas na preparação para a Primeira Comunhão Eucarística, valorizando mais a teologia do Espírito Santo, o rito da Confirmação e a reflexão sobre os principais problemas da adolescência como relacionamento com os pais, amizade, estudo, vocação e profissão, lazer, além dos já mencionados acima, e outros.
12. O "Catecismo da Igreja Católica" (Números 1285 a 1321) é o texto oficial na Diocese para os(as) Catequistas dos crismandos.
13. Os encontros semanais devem ser motivadores e para isso participem os crismandos, ativamente, dos mesmos, valorizando-se o debate e o canto, usando-se os modernos recursos audiovisuais catequéticos.
14. Deve ser preocupação constante dos catequistas a integração dos crismandos entre si e a sua inserção na vida da comunidade paroquial.
15. Sejam promovidos retiros espirituais de pelo menos um dia inteiro, nos quais se insista nos compromissos que os crismandos devem assumir em sua Crisma e na comunidade paroquial dos jovens.
16. Sejam celebrados ritos penitenciais bem preparados, seguindo-se as confissões pessoais, e absolvição individual, durante o catecumenato crismal.
17. Escolham os crismandos os seus padrinhos ou madrinhas integrados na vida da comunidade, tendo por critério de sua escolha não interesses menores ou sentimentais, mas razões de ordem religiosa. Rapazes tenham padrinhos, não se lhes permitindo madrinhas, e moças tenham madrinhas, não se lhes permitindo padrinhos. Os padrinhos e madrinhas sejam crismados e com mais de vinte anos de idade. Pais e mães não podem ser padrinhos e madrinhas de seus filhos. Se o desejarem, o padrinho (ou a madrinha) pode ser o mesmo do Batismo.

18. Sendo o Bispo o Ministro do Sacramento da Crisma, oportunamente, o Pároco ou o(a) Coordenador(a) da Catequese Crismal combine com ele a data, local e outros pormenores do rito da Confirmação.
19. Sendo impossível ao Bispo crismar todos os grupos de crismandos em suas respectivas comunidades, reúnam-se eles nas igrejas matrizes de cada Paróquia. Somente no caso de haver número significativamente grande de crismandos, será marcada uma segunda Crisma na mesma paróquia, matriz ou capela.
20. Nas Visitas Pastorais, procurem os párocos marcar com o Bispo o dia mais conveniente para a administração do Sacramento da Crisma.
21. Todas as Crismas devem ser marcadas na secretaria do Bispo Diocesano. Se por acaso ele não puder atender a todas, indicará outro Bispo, o Vigário Episcopal, o Vigário Geral ou outro sacerdote a seu critério.
22. Seja cuidadosamente preparado o rito da Crisma quanto aos cânticos, leituras, preces e movimentação dos crismandos, padrinhos e madrinhas.
23. Convém que as Missas de Crismas, quando forem numerosos os crismandos, sejam em horários não coincidentes com os horários normais das Missas de preceito, preferencialmente em sábados à tarde, domingos ou dias santos de guarda.
24. Somente em casos excepcionais, haja a administração do Sacramento da Crisma fora da Celebração Eucarística.
25. Sendo essencial o rito da imposição das mãos e a unção da fronte do crismando, seja o rito da Crisma enriquecido com a procissão de entrada do Círio Pascal e do Óleo do Crisma. Os crismandos não devem ser integrados na procissão de entrada, mas já estejam posicionados em seus lugares. Devidamente preparados, os crismandos que fazem, também, a sua Primeira Comunhão Eucarística, poderão recebê-la sob as duas espécies. A comunhão sob duas espécies poderá ser ministrada a todos os crismandos, quando o grupo não exceder a cinqüenta.
26. Durante a unção com o Óleo do Crisma, os cânticos sejam executados suavemente em honra do Espírito Santo, como música de fundo, pois convém que os crismandos ouçam a fórmula da unção. Não se usem, neste momento, instrumento de caráter forte e nem instrumento de percussão (bateria, tambor etc.).
27. Lembranças e ou certificados não sejam entregues durante a Celebração Eucarística. Os crismandos sejam convidados a um reencontro com seus catequistas no sábado ou domingo seguinte, ocasião em que poderá ser entregue o Certificado da Crisma e incentivados a integrarem comunidades de jovens.
28. Tenham as paróquias um livro para o registro de todos os crismados, seus padrinhos e madrinhas.


29. Para os casos especiais, os párocos poderão obter licença do Bispo para crismar os noivos que não tenham ainda recebido o Sacramento da Confirmação.
30. Igualmente, em situações de risco de vida, todos os presbíteros diocesanos e regulares com uso de ordens na Diocese, estão autorizados a administrar o Sacramento da Crisma.
31. No caso de adultos sem sacramento de Iniciação Cristã e devidamente preparados, dêem os párocos preferência à Vigília Pascal, estando eles autorizados a crismar nessa ocasião, após o devido consentimento do Bispo Diocesano para cada caso.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

A CRISMA... O QUE É?



1) O que é o Sacramento da Crisma? Nascidos para a vida da graça pelo Batismo, é pelo Sacramento da Crisma que recebemos a maturidade da vida espiritual. Ou seja, somos fortalecidos pelo Divino Espírito Santo, que nos torna capazes de defender a nossa Fé, de vencer as tentações, de procurarmos a santidade com todas as forças da alma.Pelo Batismo nós nascemos, pela Crisma nós crescemos na vida da graça.Pelo Batismo nós nascemos, pela Crisma nós crescemos na vida da graça.

2) Matéria e Forma: A matéria do Sacramento da Crisma é o Santo Crisma, o óleo da oliveira (azeite), misturado com um bálsamo perfumado e abençoado solenemente pelo Bispo na Quinta-feira Santa. Essa matéria é usada pelo Bispo na cerimônia da Crisma, junto com a imposição da mão sobre a cabeça, quando o ministro traça o Sinal da Cruz com o Santo Crisma na fronte do crismando, dizendo as palavras da Forma.
A Forma do Sacramento da Crisma é: Eu te marco com o Sinal da Cruz e te confirmo com o Crisma da Salvação, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Após realizar este gesto, o Bispo dá um leve tapa no rosto da pessoa, para significar que ela é soldado de Cristo, tendo o dever de suportar pacientemente, em nome de Jesus, toda sorte de sofrimentos e de injúrias, defender a Fé quando atacada e conhecer a doutrina.

3) Ministro da Crisma: O ministro do Sacramento da Crisma é o Bispo, pois é o pai de todos os fiéis, aquele que lhes confere a maturidade da vida da graça. Em caso de perigo de morte, um simples Padre deve crismar, pois é importante entrarmos no Céu com todas as capacidades de amor a Deus.
A Crisma não é absolutamente necessária para a salvação (uma pessoa não crismada pode ir para o Céu), mas é muito importante receber a Crisma desde cedo: só com a Crisma teremos no Céu a proximidade de Deus e a intensidade de amor que Ele quer nos dar. Além disso, só com a Crisma teremos todas as forças necessárias para vencer as tentações e caminharmos firmemente no caminho da perfeição. De modo que seria grave negligência dos pais se não preparassem seus filhos para receber este Sacramento da perfeição cristã.

4) Instituição da Crisma: Como sabemos que Jesus Cristo instituiu este Sacramento, se não aparece este fato no Evangelho? Sabemos que verdadeiramente Jesus Cristo instituiu o Sacramento da Crisma porque os Apóstolos administraram este Sacramento, como aparece nos Atos dos Apóstolos (Atos, 8, 14) e porque a Igreja sempre ensinou esta verdade. Vejam o que já ensinava S. Cripriano, Bispo martirizado no ano 258: “Os batizados serão conduzidos aos Bispos, a fim de, por sua oração e imposição das mãos, receberem o Espírito Santo, e pelo selo do Senhor, serem perfeitos.”

5) Quais são as graças que recebemos pelo Sacramento da Crisma?
. Aumento da graça santificante.
. Recebemos de modo novo e especial o Divino Espírito Santo, com seus sete dons sagrados.
. Imprime o caráter de Soldados de Cristo.
. A crisma, como o Batismo e a Ordem, imprime caráter, ou seja, marca de modo indelével nossa alma, de modo que nunca mais perdemos a marca de crismados. Por essa razão não podemos receber a Crisma mais de uma vez, como também o Batismo e a Ordem.

6) Quais são os sete dons do Espírito Santo que recebemos de modo especial na Crisma? São eles:

1 – Temor de Deus
2 – Piedade
3 – Fortaleza
4 – Conselho
5 – Ciência
6 – Inteligência
7 – Sabedoria
Mais tarde, no estudo das Virtudes, vamos estudar cada um deles em particular. Por enquanto basta sabermos seus nomes.

7) Por que existem padrinhos para a Crisma? Porque, como no caso do Batismo, é bom termos pais espirituais que nos apresentem à Igreja nesta ocasião tão importante, nos aconselhem nas lutas da vida, e rezem por nós. Por isso os padrinhos da Crisma devem ser bons católicos, terem sido crismados, tendo já idade suficiente para aconselhar seus afilhados.

Para terminar, devemos considerar que a Crisma é o Sacramento que aumenta o Amor de Deus em nosso corações. Aos sairmos da cerimônia da Crisma, como soldados de Cristo, temos nossos corações dilatados, abertos para muitas novas graças, capazes de amar a Deus com muito mais forças. É a ação do Divino Espírito Santo que realiza isso em nós.
Devemos estar atentos em deixá-Lo agir em nós, pois Ele vai nos guiar pelos difíceis caminhos da vida, vai nos encher o coração com muitas alegrias espirituais, com o gosto pela oração, com as forças para vencer as tentações. Só assim poderemos estar cada dia mais próximos do Coração de Nosso Senhor, para servi-Lo e amá-Lo para sempre.

Pesquisa colhida no SITE:
http://www.capela.org.br/Catecismo/crisma.htm