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PALAVRAS DO PAPA BENTO XVI PARA A JUVENTUDE!

PALAVRAS DO PAPA BENTO XVI PARA A JUVENTUDE

Deus, Fonte do Amor - O primeiro momento refere-se à fonte do amor verdadeiro, que é única: é Deus. São João ressalta bem este aspecto ao afirmar que “Deus é amor” (1 Jo 4, 8.16); agora ele não quer dizer apenas que Deus nos ama, mas que o próprio ser de Deus é amor. Estamos aqui diante da revelação mais luminosa da fonte do amor que é o mistério trinitário: em Deus, uno e trino, há um intercâmbio eterno de amor entre as pessoas do Pai e do Filho, e este amor não é uma energia ou um sentimento, mas uma pessoa, é o Espírito Santo.

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sábado, 7 de abril de 2012

Será que Jesus morreu com 33 ou 42 anos?



Os evangelhos oficiais de Marcos, Lucas, Mateus e João, os evangelhos apócrifos, as cartas de São Paulo - cronologicamente, o primeiro documento sobre a vida de Jesus -, o trabalho do historiador coetâneo Flávio Josefo e os papiros do Mar Morto são alguns dos textos que podem ser pesquisados para compor esse quebra-cabeças entre o mito e a história que forma a vida de Cristo.     

O catedrático de Filologia Grega da UCM, Antonio Piñero, que escreveu o livro "Cidadão Jesus" tenta juntar essas peças e considera o messias do Cristianismo "um homem normal, embora tivesse talha de herói". E, por outro lado, o psiquiatra legista José Cabrera publicou "CSI: Jesus Cristo", no qual analisa com visão científica a morte na cruz.

     
Com qual idade morreu Jesus Cristo?
Apesar de sempre ter se aceitado que Jesus foi crucificado com 33 anos, historicamente se sabe que não é assim. O primeiro paradoxo se estabelece no fato de que Jesus Cristo nasceu, curiosamente, no ano 6 anterior a sua própria era, já que Herodes, o Grande - rei da Judeia durante o nascimento de Cristo - morreu em 4 a.C.

Por outro lado, Pôncio Pilatos, que ordenou sua execução, era governador regional da Judeia entre 29 d.C. e 37 d.C., anos nos quais a única sexta-feira de Páscoa com lua cheia foi a do dia 7 de abril do ano 30 - por isso que ele teria morrido com 36 anos - ou 7 de abril do ano 33 - com 39. “Em qualquer caso, um homem nessa idade era maduro, com 40 anos já era um avô", explica Cabrera, por isso que é preciso desprezar o aspecto juvenil de Jesus que mostra a iconografia cristã.

Jesus morreu numa sexta-feira?
A festividade da morte de Jesus Cristo é desde sempre a Sexta-Feira Santa, mas Piñero discorda. "É mais provável que Jesus tenha sido crucificado na quinta-feira, pela simples razão de que se foi crucificado às 3 da tarde da sexta-feira, teria morrido já no final da tarde. Isso para os judeus é o novo dia, ou seja, sábado (Shabbat), dia de descanso, no qual não se pode realizar uma crucificação", argumenta Piñero.

Jesus carregou a cruz até o Gólgota?

"No suplício da cruz, a lei romana obrigava que se carregasse o travessão até o cadafalso. O poste vertical já ficava cravado no local, porque uma cruz inteira podia pesar mais de cem quilos, impossível de se levar por uma só pessoa", explica Cabrera.
Apesar da iconografia tradicional, Cristo não carregou a cruz completa até o monte Gólgota, mas apenas o travessão …
A coroa de espinhos, prossegue o legista, não era como se diz, mas um capacete completo. O que sim é real são as vestimentas. "Como qualquer outro crucificado, Cristo não usava nada de roupa, salvo uma espécie de lenço que cobria seu órgão sexual por pudor. As roupas tornam mais difícil a crucifixão, mas não tem nada a ver com nenhuma tradição"
     
Vala comum ou sepulcro?
Segundo Piñero, "Mateus, Marcos e Lucas dizem que Jesus é descido da cruz por um personagem que aparece nesse momento", José de Arimateia, um dos anciãos do Sinédrio (o conselho que o julgou) discípulo oculto de Jesus, que lhe compra um sepulcro de pedra nos arredores de Jerusalém".

A História, por outro lado, mostra outra versão. "Jesus morreu no dia anterior à celebração da Páscoa, por isso que as autoridades judias não queriam de nenhuma maneira que os cadáveres ficassem ali, e por isso foram eles mesmos que o desceram da cruz e o enterraram em uma vala comum".
     
Por que mataram Jesus?
"A versão tradicional (a dos Evangelhos) consiste em eliminar de toda culpabilidade Roma por esta morte e tachá-la a problemas internos e religiosos dentro do Judaísmo", assegura Piñero em seu livro. Mas há outra versão que "entende que Jesus foi condenado à morte pelos romanos como pretendente messiânico, como indivíduo politicamente perigoso ao se proclamar messias-rei, pois poderia provocar imediatamente um motim contra as forças de ocupação romanas".
pretendem demonstrar a ressurreição de Jesus Cristo por considerá-la uma questão de fé"Era um homem muito perigoso para muita gente", explica Cabrera. "Tanto o julgamento do Sinédrio como a condenação do próprio Pilatos pularam todas as leis tanto judias quanto romanas", acrescenta Cabrera.



Jesus ressuscitou?
Tanto uns como outros lavam as mãos, como o próprio Pilatos. O médico legista revela na "autópsia" que "a causa última de sua morte foi uma falha cardiorrespiratória por perda de sangue, já que o coração não consegue bater por falta de sangue e se produz asfixia por estar pendurado".
E Piñero, com a História e os fatos na mão reconhece que não se pode "demonstrar se Jesus ressuscitou ou não, é uma questão que obedece à fé". "Nós estudamos cada um dos elementos da morte e da tortura de Jesus, as injustiças e o ambiente que acabou matando-o", esclarece.

domingo, 24 de abril de 2011

MENSAGEM DE PÁSCOA 2011 - Papa Bento XVI

Na vossa Ressurreição, ó Cristo, alegrem-se os céus e a terra”

«In resurrectione tua, Christe, coeli et terra laetentur – Na vossa Ressurreição, ó Cristo, alegrem-se os céus e a terra» (Liturgia das Horas).

Amados irmãos e irmãs de Roma e do mundo inteiro!

A manhã de Páscoa trouxe-nos este anúncio antigo e sempre novo: Cristo ressuscitou! O eco deste acontecimento, que partiu de Jerusalém há vinte séculos, continua a ressoar na Igreja, que traz viva no coração a fé vibrante de Maria, a Mãe de Jesus, a fé de Madalena e das primeiras mulheres que viram o sepulcro vazio, a fé de Pedro e dos outros Apóstolos.
Até hoje – mesmo na nossa era de comunicações supertecnológicas – a fé dos cristãos assenta naquele anúncio, no testemunho daquelas irmãs e daqueles irmãos que viram, primeiro, a pedra removida e o túmulo vazio e, depois, os misteriosos mensageiros que atestavam que Jesus, o Crucificado, ressuscitara; em seguida, o Mestre e Senhor em pessoa, vivo e palpável, apareceu a Maria de Magdala, aos dois discípulos de Emaús e, finalmente, aos onze, reunidos no Cenáculo (cf. Mc 16, 9-14).
A ressurreição de Cristo não é fruto de uma especulação, de uma experiência mística: é um acontecimento, que ultrapassa certamente a história, mas verifica-se num momento concreto da história e deixa nela uma marca indelével. A luz, que encandeou os guardas de sentinela ao sepulcro de Jesus, atravessou o tempo e o espaço. É uma luz diferente, divina, que fendeu as trevas da morte e trouxe ao mundo o esplendor de Deus, o esplendor da Verdade e do Bem.
Tal como os raios do sol, na primavera, fazem brotar e desabrochar os rebentos nos ramos das árvores, assim também a irradiação que dimana da Ressurreição de Cristo dá força e significado a cada esperança humana, a cada expectativa, desejo, projecto. Por isso, hoje, o universo inteiro se alegra, implicado na primavera da humanidade, que se faz intérprete do tácito hino de louvor da criação. O aleluia pascal, que ressoa na Igreja peregrina no mundo, exprime a exultação silenciosa do universo e sobretudo o anseio de cada alma humana aberta sinceramente a Deus, mais ainda, agradecida pela sua infinita bondade, beleza e verdade.
«Na vossa ressurreição, ó Cristo, alegrem-se os céus e a terra». A este convite ao louvor, que hoje se eleva do coração da Igreja, os «céus» respondem plenamente: as multidões dos anjos, dos santos e dos beatos unem-se unânimes à nossa exultação. No Céu, tudo é paz e alegria. Mas, infelizmente, não é assim sobre a terra! Aqui, neste nosso mundo, o aleluia pascal contrasta ainda com os lamentos e gritos que provêm de tantas situações dolorosas: miséria, fome, doenças, guerras, violências. E todavia foi por isto mesmo que Cristo morreu e ressuscitou! Ele morreu também por causa dos nossos pecados de hoje, e também para a redenção da nossa história de hoje Ele ressuscitou. Por isso, esta minha mensagem quer chegar a todos e, como anúncio profético, sobretudo aos povos e às comunidades que estão a sofrer uma hora de paixão, para que Cristo Ressuscitado lhes abra o caminho da liberdade, da justiça e da paz.
Possa alegrar-se aquela Terra que, primeiro, foi inundada pela luz do Ressuscitado. O fulgor de Cristo chegue também aos povos do Médio Oriente para que a luz da paz e da dignidade humana vença as trevas da divisão, do ódio e das violências. Na Líbia, que as armas cedam o lugar à diplomacia e ao diálogo e se favoreça, na situação actual de conflito, o acesso das ajudas humanitárias a quantos sofrem as consequências da luta. Nos países da África do Norte e do Médio Oriente, que todos os cidadãos – e de modo particular os jovens – se esforcem por promover o bem comum e construir um sociedade, onde a pobreza seja vencida e cada decisão política seja inspirada pelo respeito da pessoa humana. A tantos prófugos e aos refugiados, que provêm de diversos países africanos e se vêem forçados a deixar os afectos dos seus entes mais queridos, chegue a solidariedade de todos; os homens de boa vontade sintam-se inspirados a abrir o coração ao acolhimento, para se torne possível, de maneira solidária e concorde, acudir às necessidades prementes de tantos irmãos; a quantos se prodigalizam com generosos esforços e dão exemplares testemunhos nesta linha chegue o nosso conforto e apreço.
Possa recompor-se a convivência civil entre as populações da Costa do Marfim, onde é urgente empreender um caminho de reconciliação e perdão, para curar as feridas profundas causadas pelas recentes violências. Possa encontrar consolação e esperança a terra do Japão, enquanto enfrenta as dramáticas consequências do recente terremoto, e demais países que, nos meses passados, foram provados por calamidades naturais que semearam sofrimento e angústia.
Alegrem-se os céus e a terra pelo testemunho de quantos sofrem contrariedades ou mesmo perseguições pela sua fé no Senhor Jesus. O anúncio da sua ressurreição vitoriosa neles infunda coragem e confiança. Queridos irmãos e irmãs! Cristo ressuscitado caminha à nossa frente para os novos céus e a nova terra (cf. Ap 21, 1), onde finalmente viveremos todos como uma única família, filhos do mesmo Pai. Ele está connosco até ao fim dos tempos. Sigamos as suas pegadas, neste mundo ferido, cantando o aleluia. No nosso coração, há alegria e sofrimento; na nossa face, sorrisos e lágrimas. A nossa realidade terrena é assim. Mas Cristo ressuscitou, está vivo e caminha connosco. Por isso, cantamos e caminhamos, fiéis ao nosso compromisso neste mundo, com o olhar voltado para o Céu.

Pesquisa no Site: http://www.rainhadasgracas.com.br/mensagem-de-pascoa-do-papa-bento-xvi

quarta-feira, 20 de abril de 2011

SERÁ QUE DEUS É CULPADO?



Finalmente a verdade é dita na TV Americana. A filha de Billy Graham estava sendo entrevistada no Early Show e Jane Clayson perguntou a ela: 'Como é que Deus teria permitido algo horroroso assim acontecer no dia 11 de setembro?' Anne Graham deu uma resposta profunda e sábia: 'Eu creio que Deus ficou profundamente triste com o que aconteceu, tanto quanto nós. Por muitos anos temos dito para Deus não interferir em nossas escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas.

Sendo um cavalheiro como Deus é, eu creio que Ele calmamente nos deixou. Como poderemos esperar que Deus nos dê a sua benção e a sua proteção se nós exigimos que Ele não se envolva mais conosco?' À vista de tantos acontecimentos recentes; ataque dos terroristas, tiroteio nas escolas, etc... Eu creio que tudo começou desde que Madeline Murray O'hare (que foi assassinada), se queixou de que era impróprio se fazer oração nas escolas Americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordamos com a sua opinião.

Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas... A Bíblia que nos ensina que não devemos matar, roubar e devemos amar o nosso próximo como a nós mesmos. E nós concordamos com esse alguém. Logo depois o Dr.. Benjamin Spock disse que não deveríamos bater em nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque suas personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos prejudicar sua auto estima (o filho dele se suicidou) e nós dissemos:

'Um perito nesse assunto deve saber o que está falando'. E então concordamos com ele. Depois alguém disse que os professores e diretores das escolas não deveriam disciplinar nossos filhos quando se comportassem mal. Então foi decidido que nenhum professor poderia disciplinar os alunos...(há diferença entre disciplinar e tocar). Aí, alguém sugeriu que deveríamos deixar que nossas filhas fizessem aborto, se elas assim o quisessem.

E nós aceitamos sem ao menos questionar. Então foi dito que deveríamos dar aos nossos filhos tantas camisinhas, quantas eles quisessem para que eles pudessem se divertir à vontade. E nós dissemos: 'Está bem!' Então alguém sugeriu que imprimíssemos revistas com fotografias de mulheres nuas, e disséssemos que isto é uma coisa sadia e uma apreciação natural do corpo feminino.

E nós dissemos: 'Está bem, isto é democracia, e eles tem o direito de ter liberdade de se expressar e fazer isso'. Depois uma outra pessoa levou isso um passo mais adiante e publicou fotos de Crianças nuas e foi mais além ainda, colocando-as à disposição da internet Agora nós estamos nos perguntando porque nossos filhos não têm consciência e porque não sabem distinguir o bem e o mal, o certo e o errado; porque não lhes incomoda matar pessoas estranhas ou seus próprios colegas de classe ou a si próprios..
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Provavelmente, se nós analisarmos seriamente, iremos facilmente compreender: nós colhemos só aquilo que semeamos!!! Uma menina escreveu um bilhetinho para Deus: 'Senhor, porque não salvaste aquela criança na escola?' A resposta dele: 'Querida criança, não me deixam entrar nas escolas!!!' É triste como as pessoas simplesmente culpam a Deus e não entendem porque o mundo está indo a passos largos para o inferno. É triste como cremos em tudo que os Jornais e a TV dizem, mas duvidamos do que a Bíblia, ou do que a sua religião, que você diz que segue ensina.

É triste como alguém diz: 'Eu creio em Deus'. Mas ainda assim segue a satanás, que, por sinal,também ''Crê'' em Deus. É engraçado como somos rápidos para julgar mas não queremos ser julgados! Como podemos enviar centenas de piadas pelo e-mail, e elas se espalham como fogo, mas, quando tentamos enviar algum e-mail falando de Deus, as pessoas têm medo de compartilhar e reenviá-los a outros! É triste ver como o material imoral, obsceno e vulgar corre livremente na internet, mas uma discussão pública a respeito de Deus é suprimida rapidamente na escola e no trabalho.

Você mesmo pode não querer reenviar esta mensagem a muitos de sua lista de endereços porque você não tem certeza a respeito de como a receberão, ou do que pensarão a seu respeito, por lhes ter enviado. Não é verdade? O pior é que nós nos preocupamos mais com o que as outras pessoas pensam a nosso respeito do que com o que Deus pensa...
'Garanto que Ele que enxerga tudo em nosso coração está torcendo para que você, no seu livre arbítrio, envie estas palavras a outras pessoas.'
Enviada por: Ana Marta - Neo-Crismanda

segunda-feira, 11 de abril de 2011

SEMANA SANTA


Semana Santa é uma tradição religiosa do Cristianismo que celebra a Paixão, a Morte e a Ressurreição de Jesus Cristo.
A Semana Santa se inicia na quarta feira de Jesus Cristo em Jerusalém, que ocorre do domingo de ramos, e tem seu término com a ressurreição de Jesus Cristo, que ocorre no domingo de Páscoa.

Os dias da Semana Santa

Domingo de Ramos

O Domingo de Ramos abre solenemente a Semana Santa, com a da entrada de Jesus em Jerusalém. Jesus é recebido em Jerusalém como um rei, mas os mesmos que o receberam com festa o condenaram à morte. Jesus é recebido com ramos de palmeiras. Domingo de Ramos O Domingo de Ramos é a festa litúrgica que celebra a entrada de Jesus Cristo na cidade de Jerusalém. É também a abertura da Semana Santa. Nesse dia, são comuns procissões em que os fiéis levam consigo ramos de oliveira ou palmeira, o que originou o nome da celebração. Segundo os Evangelhos, Jesus foi para Jerusalém para celebrar a Páscoa Judaica com os(discípulos). Entrou na cidade como um Rei, mas sentado num jumentinho - o simbolo da humildade - e foi aclamado pela população como o Messias, o Rei de Israel. A multidão o aclamava: "Hosana ao Filho de Davi!" Isto aconteceu alguns dias antes da sua Paixão, Morte e Ressurreição. A Páscoa Cristã celebra então a Ressurreição de Jesus Cristo.
História A procissão do Domingo de Ramos surgiu depois que um grupo de cristãos da Etéria fez uma peregrinação a Jerusalém e, ao retornar, procedeu na sua região da mesma forma que havia feito nos lugares santos, lembrando os momentos da Semana Santa. O costume passou a ser utilizado gradualmente por outras igrejas e, ao final da Idade Média, foi incorporado aos ritos da Semana Santa.... O Rito A celebração do Domingo de Ramos começa em uma capela ou igreja afastada de onde será rezada a Missa. Os ramos que os fiéis levam consigo são abençoados pelo sacerdote. Então, este proclama o Evangelho da entrada de Jesus em Jerusalém, e inicia-se a procissão com algumas orações próprias da festa, rumo à igreja principal ou matriz. Em algumas cidades históricas como: Ouro Preto, Pirenópolis, Resende Costa e São João Del Rei, esta procissão é acompanhada de Banda de Música. Durante a procissão, os fiéis entoam a antífona: "Hosana ao Filho de Davi! Hosana ao Filho de Davi! Bendito o que vem em nome do Senhor! Rei de Israel, Hosana nas alturas!" Ao chegar onde será celebrada a missa solene, a festa muda de caráter, passando a celebrar a Paixão de Cristo. É narrado o Evangelho da Paixão, e segue a Liturgia Eucarística como de costume. O sentido da festa do Domingo de Ramos tratar tanto da entrada triunfal de Cristo em Jerusalém, e depois recordar sua Paixão, é que essas duas datas estão intrinsicamente unidas. A Igreja recorda que o mesmo Cristo que foi aclamado como Rei pela multidão no Domingo, é cruficidado sob o pedido da mesma multidão na Sexta. Assim, o Domingo de Ramos é um resumo dos acontecimentos da Semana Santa, e também sua solene abertura

Segunda-Feira Santa

é o primeiro dia Onde o Nosso Senhor começa sua caminhada rumo ao calvário.

Terça-Feira Santa

É o terceiro dia da Semana Santa.Onde é celebrada, as sete dores de Maria.

Quarta-Feira Santa

É o quarto dia da Semana Santa. Encerra-se na Quarta-feira Santa o período quaresmal. Em algumas igrejas celebra-se neste dia a piedosa procissão do encontro de Nosso Senhor dos Passos e Nossa Senhora das Dores. Ainda há igrejas que neste dia celebra o Ofício das Trevas, lembrando que o mundo já está em trevas devido à proximidade da Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Quinta-Feira da Ceia

É o quinto dia da Semana Santa. Neste dia é relembrada especialmente a Última Ceia. É também celebrada a Missa de Lava-pés, onde se relembra o gesto de humildade que Jesus realizou lavando os pés dos seus doze discípulos e comendo com eles a ceia derradeira. É neste momento que Judas Iscariotes sai correndo e vai entregar Jesus por trinta moedas de prata. É nesta noite em que Jesus é preso, interrogado e no amanhecer da Sexta-feira, açoitado e condenado. A igreja fica em vigília ao Santíssimo, relembrando os sofrimentos começados por Jesus nesta noite. A igreja já se reveste de luto e tristeza desnudando os altares, quando é retirado todos os enfeites, toalhas, flores, velas, tudo para simbolizar que Jesus já está preso e consciente do que vai acontecer.

Sexta-Feira Santa ou Sexta-Feira da Paixão

É quando a Igreja recorda a Morte do Salvador. É celebrada a Solene Ação LitúrgicaPaixão e Adoração da Cruz. A celebração da morte do Senhor consiste, resumidamente, na adoração de Cristo crucificado, precedida por uma liturgia da Palavra e seguida pela comunhão eucarística dos participantes. Presidida por um padre, presbítero ou bispo, paramentado como para a missa, de cor vermelha.

































































































Sábado Santo

Também era chamado de Sábado de Aleluia, é o dia antes da Páscoa no calendário de feriados religiosos do Cristianismo.

Domingo de Páscoa

É o dia da ressurreição de Jesus, e as comemorações mais importantes do cristianismo, que celebra a vida, o amor e a misericórdia de Deus.



    segunda-feira, 18 de outubro de 2010

    CHAMOU DISCÍPULOS E APOSTOLOS - Assunto do dia 23 de outubro!


    Hoje aprendi a diferença entre esses dois, que sempre quis saber. Foi estudando a lição da escola sabatina dessa semana (veja aqui). Discípulo é aquele que aprende aos pés de um mestre. Apóstolo também é discípulo, mas ele recebe uma preparação extra pra levar a mensagem recebida a outras pessoas. Logo, nós, cristãos, seguindo a ordem que nos foi dada pelo próprio Jesus (“Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;” (Mat. 28:19)), temos que ser discípulos E apóstolos.
    Temos que estar sempre aprendendo aos pés de Jesus, mas também temos que levar o que aprendemos a outros. Gostei muito do que foi falado no auxiliar da lição: “Uma das funções da igreja – o grupo de crentes que já respondeu ao chamado de seguir a Cristo – deve ser a de ir a todo o mundo, a toda nação, a todos os povos e fazer mais discípulos. Eu digo a alguém, e esse diz a mais alguém, e aquele diz a outra pessoa, e assim por diante.
    Mas, como os primeiros discípulos de Cristo, os que são chamados devem passar por um processo de treinamento, de forma a poderem alcançar eficazmente os outros. O primeiro passo nesse processo é a pessoa reconhecer o chamado ao discipulado. Em muitos casos, as pessoas se unem à igreja e nem percebem que foram chamadas ao discipulado – ao serviço. Elas se unem a um grupo de crentes com o desejo de ser alimentadas, em vez da determinação de alimentar. É responsabilidade da igreja ajudar os novos crentes a entender que foram chamados para o serviço.”
    Esse deve ser o nosso alvo, o nosso objetivo maior. Porque “Vocês são a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade construída sobre um monte. E também, ninguém acende uma candeia e a coloca debaixo de uma vasilha. Ao contrário, coloca-a no lugar apropriado, e assim ilumina a todos os que estão na casa. Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai de vocês, que está nos Céus” (Mt 5:14-16, NVI).
    Informações colhidas no Site: http://daniellavirmes.com/2008/02/10/discipulo-x-apostolo/

    quinta-feira, 7 de outubro de 2010

    O REINO DE DEUS JÁ CHEGOU - ASSUNTO DO DIA 09 DE OUTUBRO!!!



    O advento do Reino de Deus é a derrota do reino de Satanás: “Se é pelo Espírito de Deus que eu expulso os demônios, então o Reino de Deus já chegou a vós” (Mt 12,28). Os exorcismos de Jesus libertam homens do domínio dos demônios. Antecipam a grande vitória de Jesus sobre “o príncipe deste mundo”. E pela Cruz de Cristo que o Reino de Deus ser definitivamente estabelecido: “Regnavit a ligno Deus - Deus reinou do alto do madeiro”. (CIC§550)
    Falar do Reino de Deus, é falar da vitória de Deus sobre o inimigo. É inquestionável o fato que o Criador (Deus) é maior que todas as criaturas, sejam elas visíveis ou invisíveis, carnais ou espirituais. O Reino de Deus já se faz presente no meio de nós. Isso também é um fato, uma vez que experienciamos a presença de Deus e seus sinais. A cada ação de Deus nas nossas vidas podemos perceber que Deus está no nosso meio, ainda que de forma “invisível”. Isso para que tenhamos a certeza que, quando acontecer a Segunda Vinda de Cristo, iremos vê-lo reinar visivelmente nesta terra.
    Por enquanto, é tempo de permitir que esse mesmo Jesus, Filho de Deus e que tira o pecado mundo, reine particularmente nas nossas vidas, nos ajudando a definir os rumos das nossas ações pessoais e comunitárias. Quando eu aceito Jesus como meu Senhor e Salvador, e passo a viver segundo os seus preceitos, com atos e obras que dão respaldo a fé que eu trago em meu coração, estou construindo em mim e no mundo ao meu redor esse reino de Deus.
    Informações colhidas no Site:
    http://blog.cancaonova.com/dominusvobiscum/2009/10/02/o-reino-de-deus-ja-chegou-ate-nos/

    quinta-feira, 2 de setembro de 2010

    O PAI ENVIA SEU FILHO - ASSUNTO DO DIA 04 DE SETEMBRO


    Objetivo: Reconhecer e acolher a iniciativa gratuita do Pai de enviar o Filho a fim de comunicar o seu Amor a Humanidade Inteira.

    Reflexão: Proclamar Jô 3,16-21 – Deus Amou tanto o mundo, que entregou o seu Filho único.

    A história de Jesus de Nazaré da Galiléia tem seu ponto de partida em uma realidade profundamente humana, que é a família. O Segundo Testamento nos dá nos dá noticia da sua concepção no ventre de uma mulher que vivia em Nazaré da Galiléia chamada Maria. Ela estava prometida em casamento a um homem também de Nazaré chamado José.
    Mas se o Filho foi enviado pelo Pai para nascer no coração de uma família situada dentro de uma cultura e de uma sociedade concreta, houve também uma pré-história, um antes da entrada do Filho na nossa história, em seu relacionamento com o Pai antes da encarnação.
    É o relacionamento pessoal determinado pelo amor absoluto e pleno existente entre o Pai e o Filho que possibilita o envio desse último pelo Pai. Tal gratuidade amorosa se desdobra diretamente em favor da humanidade. Qual terá sido a motivação para Deus Pai enviar o seu Filho? A resposta é a radical gratuidade do Amor do Pai. Deus Amou tanto o mundo, que entregou o seu filho único para o que Nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna (Jo 3,16). Enviar é sinônimo de oferecer, doar, entregar em benefício salvífico-libertador para a humanidade. Quem não poupou o seu próprio Filho e o entregou por todos nós, como não nos haverá de agraciar em tudo junto com Ele? (Rm 8,32).
    Na plenitude dos tempos (Gl 4,4), Deus Pai enviou ao mundo seu Filho Jesus Cristo, Senhor nosso, Deus Verdadeiro “nascido do Pai antes de todos os séculos”, e homem verdadeiro nascido da Virgem Maria por obra e graça do Espírito Santo. A figura feminina é a mediação humana que torna que torna possível a entrada do Filho na história, segundo a expressão paulina Nascido de Mulher (Gl 4,4). A maternidade humana é vinculada a paternidade de Deus Pai. O envio e o nascimento do Filho acaba sendo a superação do distanciamento entre divino e humano.
    Instaura-se o dinamismo do quanto mais humano mais divino, quanto mais divino mais humano. Assim o Filho é a verdadeira comunicação reveladora da identidade do ser humano. De tão humano, o Filho recupera o verdadeiro sentido da dignidade e da vida humana por revelar/comunicar a vida divina dentro da própria vida humana. “Na realidade, o mistério do homem só no mistério do Verbo encarnado se esclarece verdadeiramente”. Adão o primeiro homem, era definitivamente figura do futuro, isto é, de Cristo Senhor. Cristo, novo Adão, na própria revelação do mistério do Pai e do seu Amor, revela o homem a si mesmo e descobri-lhe a sua vocação sublime. Não é por isso de admirar que as verdades acima ditas tenham nele a sua fonte e nele atinjam a plenitude. Imagem de Deus Invisível (Cl 1,15), Ele é o homem perfeito, que restituiu aos filhos de Adão semelhança divina, deformada desde o primeiro pecado, já que, nele, a natureza humana foi assumida e não destruída, por isso mesmo também em nós foi ela elevada a sublime dignidade. Porque, pela sua encarnação, Ele, o Filho de Deus, uniu-se a cada homem. Trabalhou com mãos humanas, pensou com uma inteligência humana, agiu com vontade humana, amou com um coração. Nascido da Virgem Maria tornou-se verdadeira em nós, semelhante a nós em tudo, exceto no pecado.
    A expressão paulina nascido de mulher ganha um especial contorno na afirmação do Quarto Evangelho. E o Verbo se fez carne e habitou entre nós (Jo 1,14a). Sua divindade se radica na eternidade de sua existência como Verbo Eterno em comunhão de vida com o Pai. O Eterno assume a temporalidade tipicamente humana, tornando-se um de nós. Ele vem fazer morada no coração da humanidade, situada no mundo e na história. A encarnação do Verbo é expressão da total e absoluta solidariedade de Deus para com o ser humano.
    Quando o Pai, no desígnio do seu Amor, decide enviar o Filho, e quando este nasce de uma mulher, está abraçando a humanidade inteira. O outro braço do Pai é o Espírito Santo. Por isso o Filho nasce na história por obra do próprio Espírito Santo. Esse movimento dinâmico e totalmente gratuito da amorosa do Pai através dos seus dois braços [e Filho e o Espírito Santo] é a retomada do sentido primeiro da criação do mundo e do Ser humano!

    sábado, 14 de agosto de 2010

    Os Valores Cristãos - Assunto do dia 14 de agosto!


    Fala-se tanto em justiça, honestidade, respeito, ética e moral, mas entre falar e exercer, praticar ou promover tais valores, para muitos, há uma grandiosíssima distância. O que se pode fazer para rebuscar o que parece estar se perdendo definitivamente?
    A família, com sua nova estrutura, não assume mais o seu papel de "célula-mãe" da sociedade. E, se é na família que se aprende primeiro, será que não se ensina mais os valores básicos de convivência? Onde está o respeito que é fundamental entre as pessoas, ao meio-ambiente, ao bem público...?
    É necessário que se repense os atos, as palavras e os valores antes que o pior aconteça. Não valerá a pena olhar para trás e lamentar o que podia ter sido feito e não foi.
    DEUS, no seu imenso amor pela humanidade, deu discernimento a cada homem e a cada mulher para que cada um seja capaz de separar o certo do errado, "o trigo do joio".
    Em meio ao ativismo diário, induzido pelo capitalismo em que a vida transcorre, não sobra tempo para cuidar do que realmente importa: a família. Quando se pensa que ainda é manhã, já é noite; quando se olha para o filho ou a filha, pensando que ainda é uma criança, já é uma pessoa adulta e aí não houve oportunidade para ensinar o que é honestidade, justiça, ética, respeito, obediência, tolerância, solidariedade e tantos outros valores. E, para desencargo de consciência, dá-se uma sacudida de ombros e diz: "Ah, o mundo ensinou." Será?! E o que chega aos lares através das mídias, nos telejornais diários, acaba por dar uma idéia clara do que acontece por falta dos valores morais e éticos...
    Os Valores Cristãos, também não são diferentes destes valores que a sociedade tanto prezam: Eles estão intrisicamente ligados, Porém se assim não fossem, jamais poderia se dizer que a religião vive em comum acordo com a sociedade. Como deliberar a tantos outros o direito a vida, a liberdade e a tantos outros valores que o ser humano respeita, sem seguir esta mesdma linha de pensamento. Portanto precisamos valorizar os valores éticos e morais para vivermos ainda mais os nossos Valores Cristãos!

    quinta-feira, 5 de agosto de 2010

    A OBRA DO CRIADOR - Assunto do dia: 07 de agosto!


    Deus criou toda a realidade existente com um ato de sua vontade a partir do nada, No momento da criação não havia matéria preexistente, nada foi adaptado ou moldado, tudo foi original.
    Deus planejou e executou seu plano e a obra criada agradava a Deus, pois tudo foi declarado por Ele como sendo bom O propósito das passagens bíblicas a respeito da criação não é dizer como Deus executou seu projeto, mas sim que foi Ele o seu autor e executor. Este ponto de fé a ciência não tem como substituí-lo.
    Para um criacionista existem a fé, a Bíblia e a grandiosidade da realidade física criada por Deus. Não há como demonstrar satisfatoriamente um ponto de fé com provas físicas, mas muitas vezes a realidade ampara a fé e é isto que vemos no caso da criação. A grandeza e a complexidade da vida podem ser vistas em toda a terra. O corpo humano esbanja detalhes.
    Como explicar a obra do acaso analisando a sofisticação de órgãos como o cérebro e o olho? O cérebro humano é tão complexo que mesmo com toda a tecnologia moderna, somente uma pequena parte de seu funcionamento é compreendida. E o que dizer das diferentes formas de vida com tanta variedade de estrutura? Não há espaço para a ação do acaso na origem da vida, tudo foi planejado nos mínimos detalhes por Deus, o Criador.
    Pude concluir que o Criacionismo, que recusa a Evolução e mantém a fé na criação divina, para mim é a teoria correta
    Numa época em que as publicações científicas procuram cada vez mais desacreditar as Escrituras Sagradas, vemos, com satisfação, que o conhecimento científico chegou a um impasse sobre a origem da vida e que algumas pessoas começam a reconhecer que as respostas podem estar no âmbito da teologia.
    Então com base em fundamentos históricos e científicos da chamada "teoria da evolução" espero que tenha conseguido esclarecer um pouco mais sobre esta mentira que nos foi contada.

    terça-feira, 20 de julho de 2010

    COMO OS DISCÍPULOS DE EMAÚS - Assunto do dia 24 de julho.


    A Palavra de Deus ajuda a entender os fatos e aquece o coração. As Escrituras indicam o caminho a seguir. Os Discípulos de Emaús reconheceram o Mestre e expressam o seu entusiasmo dizendo: “Não estava ardendo o nosso coração...?” (Lucas: 24,32). O Coração aquecido lhes impulsionou para o dinamismo e interpretaram o caminho percorrido.
    Os Discípulos ao reconhecerem Jesus, retomam o caminho para Jerusalém. Há um novo olhar, uma nova motivação, uma luz no horizonte. Durante o afastamento, distanciando-se da comunidade, eles caminharam para Emaús a luz do dia, mas havia escuridão por dentro; depois que o Mestre se revelou, atravessaram a escuridão da noite sem medo de tropeçar, pois o coração pulsava de alegria.
    A exemplo dos discípulos de Emaús, nós também temos a necessidade desta experiência de re-encantamento na Fé, que nos anime e que envolva as pessoas com as quais convivemos. Abramos nossa Bíblia no Evangelho de Marcos 3,13-14, vamos ler... Vimos que Jesus escolhe e convida os discípulos para ficar com Ele. Ficar com o Senhor é essencial para o discipulado e a missão. O caminho do discipulado é sustentado por uma mística e uma espiritualidade do segmento de Jesus Cristo.
    No encontro com o Irmão especialmente os mais pobres, no compromisso com a comunidade e principalmente no empenho em favor da justiça e da solidariedade. O chamado a missão decorrente do nosso Batismo implica uma resposta livre, um ato de confiança em Deus. Após termos entendido isto; nos surgem três perguntas:
    a) Como estão acontecendo, entre nós, as experiências de mudanças?
    b) Quais são os sinais de esperança, entre o povo, no meio de tantas desesperanças?
    c) Que iniciativas a Comunidade Eclesial precisa tomar, para alimentar a esperança do povo?

    terça-feira, 13 de julho de 2010

    ASSUNTO DO DIA 17 DE JULHO DE 2010 - RESUMO: MINHA HISTÓRIA DE FÉ


    Antes de darmos início ao nosso assunto, vamos ver o que está escrito em Hebreus 1, 1 – 3 sobre o que seja a Fé! 1. Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem. 2. Porque por ela os antigos alcançaram testemunho. 3. Pela fé entendemos que os mundos pela palavra de Deus foram criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente. Com esta visão, vamos agora fazer alguns questionamentos:
    - O que tenho feito com a minha Fé?
    - Como vivi a minha Fé, a partir do meu Batismo?
    - Como foi minha trajetória, da minha Primeira Eucaristia, até os dias de hoje em relação a minha Fé?
    Após estes questionamentos, podemos averiguar junto a vocês, como foi a Catequese de Iniciação a Eucaristia; o que vocês lembram dela! Será que algum de vocês chegou a participar dos Grupos de Perseverança? Se não, porquê? Saibam que a “porta” de entrada para a Vida Cristã é o Batismo. Ser batizado significa participar da vida, da missão e do destino de Jesus Cristo. Passamos a fazer parte da vida intima da Trindade Santa, porque recebemos a dignidade de Filhos de Deus!
    A Eucaristia é a participação continuada ao longo da vida da Páscoa do Senhor, como resposta de adesão ao seguimento de Cristo, e também com o objetivo de assemelhar-se existencialmente sempre mais a ele. Dessa forma, em cada Celebração Eucarística o Cristão oferece a sua vida, como oferenda agradável a Deus, unindo-se a oferta que Cristo faz de Si mesmo ao Pai.

    A Fé e o Domingo

    A Eucaristia dominical, nos reúne como a Família dos Filhos de Deus na casa do Pai, e marca no Cristão, um estilo de vida pessoal e comunitário. Ofereci-nos a ocasião de renovar a Graça Batismal e de cultivar as atitudes de: otimismo, alegria e confiança na necessidade do Pai. Os Cristãos são convocados pelo Senhor e por seu Espírito para alimentar e discernir sua vida diante da Palavra Proclamada e do Sacrifício de Cristo!
    A Assembléia dominical, é o lugar privilegiado de unidade: ali se celebra o sacramento da unidade, do povo reunido “pela” e “na” unidade do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Um domingo sem Assembléia Eucarística, não será um dia do Senhor, é o dia da igreja por excelência. Domingo vem da palavra latina “Dominus”, que quer dizer Senhor; portanto é o dia do Senhor!

    terça-feira, 8 de junho de 2010

    ESCATOLOGIA - BREVE RELATO *Assunto do dia 12/06.



    Escatologia
    (do grego antigo εσχατος, "último", mais o sufixo -logia) é uma parte da teologia e filosofia que trata dos últimos eventos na história do mundo ou do destino final do gênero humano, comumente denominado como fim do mundo. Em muitas religiões, o fim do mundo é um evento futuro profetizado no texto sagrado ou no folclore. De forma ampla, escatologia costuma relacionar-se com conceitos tais como Messias ou Era Messiânica, a pós-vida, e a alma.


    Conceito de várias religiões


    A maioria das religiões monoteístas ocidentais tem uma doutrina que prega que seus membros 'escolhidos' ou 'valorosos' de uma fé verdadeira irão ser poupados ou livrados do julgamento prometido e da fúria de Deus. Eles irão ser conduzidos para o paraíso antes, durante ou após isto dependendo do cenário do fim do mundo para que eles estejam esperando. Outras religiões politeístas também possuem conceitos de um destino individual após a morte ou um ciclo de renascimentos, sendo que algumas também apresentam a ideia de uma abrupta transformação da situação colectiva da humanidade.


    Catolicismo




    Em 130 d.C. Justino, o Mártir acreditava que Deus estaria a atrasar o fim do mundo porque desejava que o Cristianismo se tornasse uma religião mundial. Por volta do Século III a maioria dos professos cristãos acreditava que o fim dos tempos ocorreria depois de suas mortes. Em 250Cipriano, Bispo de Cartago, escreveu que os pecados dos cristãos eram um prelúdio e prova de que o fim dos tempos estava próximo. Alguns, recorrendo às Tradições Judaicas, fixaram o fim das eras na Sexta Idade do Mundo. Usando este sistema, o fim foi anunciado para 202 d.C. mas, quando esta data passou, foi fixada uma nova data. Na época de Clóvis I, considerado o fundador da França e que se converteu ao catolicismo após ser entronizado como rei em 481 d.C., alguns escritores católicos haviam apresentado a idéia de que o ano 500 d.C marcaria o fim do mundo. Depois de 500 d.C., a importância e a expectativa da vinda do fim do mundo ou das eras como parte dos fundamentos do Cristianismo foi marginalizada e gradualmente abandonada. Apesar disso, surgiu um temporário reavivamento dos temores relacionados com o fim dos tempos com a aproximação do milésimo ano do nascimento de Cristo. Muitos acreditavam na iminência do fim do mundo ao se aproximar o ano 1000. Segundo consta, as atividades artísticas e culturais nos mosteiros da Europa praticamente cessaram. Eric Russell observou no seu livro Astrology and Prediction: "'Em vista da proximidade do fim do mundo’ era uma expressão muito comum nos testamentos validados durante a segunda metade do Século X." d.C.


    Para muitos católicos hoje em dia, expressões tais como "Juízo Final", "Dia do Juízo" ou "fim do mundo" suscitam visões dum ajuste de contas final e da destruição da Terra. Sob o cabeçalho "Fim do Mundo", o conceituado Dictionnaire de Théologie Catholique (Dicionário de Teologia Católica), declara: "A Igreja Católica crê e ensina que o mundo atual, assim como Deus o fez e assim como é, não durará para sempre. Todas as criaturas visíveis feitas por Deus no decorrer das eras[...] deixarão de existir e serão transformadas numa nova criação." Também, o católico Dictionary of Biblical Theology (Dicionário de Teologia Bíblica) exalta a criação como "a bondade de Deus", e, como "uma verdadeira obra de arte", mas prossegue descrevendo como os elementos literais, físicos, experimentarão uma "total inversão, mediante uma súbita volta ao caos".


    No entanto, muitos outros católicos rejeitam a idéia do "fim do mundo", sendo que para eles, a expressão apenas indica um estado de mudança das atuais condições do mundo para condições novas, tal como o mundo já teria sofrido outras metamorfoses no passado. Interpretam a passagem do Evangelho de João, no capítulo 14, versículo 12: "Em verdade, em verdade vos digo: aquele que crê em mim fará também as obras que eu faço, e fará ainda maiores do que estas, porque vou para junto do Pai." como um sinal de constante desenvolvimento e aperfeiçoamento infinito do homem.


    O que diz o Compêndio do Catecismo da Igreja Católica


    http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/ef/Crystal_Clear_app_xmag.png/17px-Crystal_Clear_app_xmag.pngVer artigo principal: Doutrina da Igreja Católica


    A escatologia preocupa-se mais com o fim do mundo e com o destino colectivo da humanidade do que com o destino individual das almas após a sua morte. Acerca disso, o Compêndio do Catecismo da Igreja Católica (CCIC) ensina que ocorrerá um Juízo final nos últimos momentos que precedem ao fim do mundo, "do qual só Deus conhece o dia e a hora" [1]. Mesmo antes disso, Jesus Cristo, que também "verdadeiramente ressuscitou dos mortos e vive para sempre", ressuscitará toda a humanidade, dando, mais concretamente, uma nova vida, mas desta vez imortal, para todos os corpos que pereceram. Neste momento, todas as almas, quer estejam no Céu, no Purgatório ou no Inferno, regressarão definitivamente aos seus novos corpos [2].


    Assim sendo, toda a humanidade reunir-se-á diante de Deus, mais concretamente de Jesus, que irá regressar triunfalmente à terra "como juiz dos vivos e dos mortos". Ele confirmará o julgamento realizado nos inúmeros juízos particulares e permitirá consequentemente que o corpo ressuscitado possa "participar na retribuição que a alma teve no juízo particular". Esta retribuição consiste na "vida bem-aventurada" e santa (para os que estão no Céu ou no Purgatório) ou "na condenação eterna" (para os que estão no Inferno).


    Depois do juízo final, dá-se finalmente o fim do mundo. O antigo mundo, que foi criado no início por Deus, é "libertado da escravidão" do pecado e transformado nos "«novos céus e na nova terra» (2 Ped 3,13)". Neste novo estado de coisas, é também "alcançada a plenitude do Reino de Deus, ou seja, a realização definitiva do desígnio salvífico de Deus de «recapitular em Cristo todas as coisas, as do céu e as da terra» (Ef 1,10)". Nesse misterioso Reino, onde o mal é inexistente, os santos (ou salvos) gozarão a sua felicidade eterna e "Deus será «tudo em todos» (1 Cor 15,28), na vida eterna", formando assim uma grande família e comunhão de amor. Os condenados ou ímpios (maus) viverão para sempre no "fogo eterno" e afastados do Reino de Deus